Taxa de juros ou valor da parcela: o que avaliar antes de contratar um empréstimo?

Um guia simples para entender como escolher um empréstimo e o que faz diferença no seu bolso a longo prazo.

Gabriela Giacomini

Publicado em 14/ago/2026

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Você já decidiu contratar um empréstimo e agora está naquela etapa de analisar opções e ver qual delas faz mais sentido: contratar um Empréstimo Pessoal ou Consignado. Mas, mais importante do que olhar para a modalidade, é preciso entender como comparar empréstimos e quais fatores realmente impactam o seu orçamento a longo prazo.  

É muito comum que, ao buscar um empréstimo com parcela que cabe no bolso, o valor da prestação acabe se tornando o foco principal. Afinal, se ela for pequena e couber no orçamento é um bom negócio, certo? Na verdade, não muito.  

Na prática, nem a parcela e nem a taxa de juros do empréstimo, isoladamente, são capazes de definir o melhor negócio. Para tomar uma decisão inteligente, é preciso ir além desses números para entender o custo total do empréstimo.  

Qual escolher: taxa de juros ou valor da parcela?  

Uma parcela menor geralmente vem acompanhada de um prazo maior. E quanto mais tempo você leva para pagar, mais juros acumula.  

Por outro lado, uma taxa de juros baixa pode não incluir outros custos, como tarifas, impostos e seguros.  

Imagine duas opções de empréstimo: 

Opção A 

Parcela: R$420 

Prazo: 24 meses 

Opção B 

Parcela: R$290 

Prazo: 48 meses  

A segunda opção parece mais atrativa, mais leve no orçamento mensal, certo? Mas, se olharmos bem, a segunda opção pode ultrapassar R$13.000 pagos em 4 anos, enquanto a primeira fica em torno de R$10.000 quitada em 2 anos.  

Ou seja, uma parcela menor nem sempre significa um empréstimo mais barato.  

Quais taxas estão envolvidas na contratação de um empréstimo? 

Ao analisar uma proposta de crédito, é importante entender quais são os custos envolvidos. Saber quanto você vai pagar no total do empréstimo é um direito do consumidor e ajuda a fazer uma escolha mais consciente. Normalmente, você pode se deparar com: 

 IOF: É o imposto federal sobre a operação. Não se trata apenas de uma taxa do banco, ou seja, qualquer operação de crédito no Brasil, tem a cobrança do IOF.   

Taxa de juros remuneratória: o custo definido pela instituição financeira sobre o dinheiro emprestado. Essa é a famosa taxa de juros do empréstimo.  

Tarifa de cadastro (TC): aplicada uma única vez no início da relação com o banco. É uma tarifa que subsidia custos operacionais de pesquisa em banco de dados e cadastrais. Essa tarifa é regulamentada pelo Banco Central e é um procedimento padrão no mercado de crédito.  

Seguro prestamista: é uma opção de proteção que pode ser contratada a parte para quitação da dívida em caso de imprevistos. Pode variar de acordo com a idade do segurado e compromete até 10% do valor total financiado.  

O que é mais importante que juros e parcela?  

Antes de olhar para a taxa de juros ou valor da parcela, para entender de verdade como saber se um empréstimo vale a pena, é fundamental analisar o CET: Custo Efetivo Total.  

O CET engloba os tributos, taxas, encargos, tarifas e seguros de toda essa operação. A taxa de juros, por exemplo, é apenas um dos elementos que compõem o CET, por isso olhar para o custo total te dá uma maior clareza e consciência do que esperar ao contratar o seu empréstimo.  

Como consultar minhas taxas? 

Aqui na Midway, antes de realizar a contratação, você pode fazer uma simulação de empréstimo online e visualiza todos os custos antes de fechar a proposta.  

Assim, você tem acesso às principais taxas e encargos envolvidos e consegue fazer uma escolha segura, que não vai prejudicar o seu orçamento.  

Quer saber mais sobre as nossas opções de crédito disponíveis? Explore nossas opções e contrate com mais transparência e tranquilidade. 

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